Em uma reviravolta dramática na corte de assizes das Bouches-du-Rhône, confissões explosivas surgiram durante o julgamento concernente ao assassinato de Brahim Chabane, irmão de Amine Kessaci. Dois dos cinco acusados, Réda Khaldi e Nassim Loubani, começaram a reconhecer sua culpa em relação ao homicídio. Os procedimentos revelaram uma identificação específica de papéis dentro do crime, com um acusador afirmando que Oualane foi o atirador e Harrat foi o mestre da operação.
O julgamento aborda os eventos brutais de dezembro de 2020 perto de Marselha, onde três jovens foram mortos, queimados e desmembrados. Por duas semanas, as famílias de Brahim Chabane, Réda Khaldi e Nassim Loubani aguardaram sinais de verdade dos cinco réus. Ahmed Zakaria Bensaci, um dos acusados, dirigiu-se à corte com um pedido de desculpas, dizendo às mães enlutadas para não se preocuparem, pois prometeu explicar tudo.
Após uma recontagem detalhada da investigação por um oficial da polícia judiciária, as mães das vítimas tomaram a palavra. Elas falaram sobre sua profunda dor e o vazio deixado por seus filhos, com uma mãe observando que perder Brahim significava perder metade de si mesma e deixar para trás uma filha de um ano. Apesar dos apelos emocionais das famílias para que a verdade fosse revelada, os cinco acusados imploraram às mães por perdão. As mães, visivelmente devastadas, responderam simplesmente exigindo justiça.
Fontes: Le Figaro.