É o Dia da Eleição nos Estados Unidos, atraindo um engajamento notável de todo o mundo. As discussões variaram desde a possibilidade de Kansas eleger um senador democrata pela primeira vez desde 1932 até preocupações sobre Elon Musk gastar quase meio bilhão de dólares para apoiar candidatos republicanos. Embora a maioria das pesquisas atuais mostre os democratas mantendo uma vantagem considerável, as imprecisões históricas nas pesquisas permanecem como um fator. A comunidade global está particularmente focada no que uma vitória significativa dos democratas significaria para os últimos dois anos de mandato do presidente Trump e se ele aceitaria o resultado caso seu partido perdesse.

Em resposta a inúmeras perguntas de leitores sobre essas eleições de meio de mandato, que ocorrem na metade do mandato de um presidente, repórteres delinearam as possíveis consequências de um Congresso liderado pelos democratas. Se os democratas recuperarem o controle da Câmara dos Representantes, adquiririam o poder de convocação para conduzir supervisão e investigações sobre a administração. Essa posição os forçaria a pesar os custos políticos de perseguir o impeachment contra membros do gabinete ou o próprio presidente. Além disso, um Senado democrata concederia ao partido a autoridade para bloquear qualquer nomeação para o gabinete de Trump ou indicados judiciais.

Além de bloquear nomeações, uma maioria democrata controlaria quais projetos de lei chegariam à plenária para debate. Muitos democratas acreditam que reintroduzir legislação popular, como subsídios para seguros de saúde do Obamacare, poderia atrair apoio de alguns republicanos no Senado. Mesmo que o presidente Trump vetasse tais medidas amplamente populares, os democratas veem a vantagem política de forçá-lo a essa posição como uma vantagem estratégica.

Fontes: The New York Times World.